terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Diário de Viagem: Orlando :: 1º dia :: Busch Gardens


Sexta-feira, 24 de outubro de 2014 - Como eu comecei a contar no post anterior, chegamos em Tampa e pegamos nosso carrão. Fomos direto pro Busch Gardens. Muita gente achou loucura a gente ir direto pro parque depois de uma viagem tão longa, mas nós conseguimos dormir bem no avião e estávamos relativamente descansados. Além do mais, dormir em dólar não dá! O "tempo ruge" e se a gente quisesse ver tudo que tinha planejado, não podia ter moleza não!

Depois de estacionar o carro, aquela tradicional fotinha do lugar onde ele está parado pra facilitar achá-lo no final...

Detalhe pra mamãe aqui tentando desembaraçar o mafuá que virou o cabelo de Juju depois do passeio de conversível! rsrsrs

Depois que a gente estaciona o carro, anda um tantinho pra pegar um trenzinho e, só depois, chegar à entrada do parque...


A tradicional fotinha com o leão, na entrada do Busch Gardens.



Pelo nosso planejamento, a gente chegaria ao Busch Gardens às 13h. Felizmente, como foi tudo bem mais rápido do que imaginávamos no aeroporto de Tampa, às 12h já estávamos entrando no parque. 

(Abre parêntese: Antes de começar a contar nossa aventura por lá, como muita gente tem dúvidas sobre os ingressos dos parques, eu queria explicar qual foi o tipo de ingresso que escolhemos. O Busch Gardens faz parte dos parques do Sea World. Não sabia? Pois é... nem eu! E eles tem um esquema super legal pra quem quer conhecer mais de um parque do grupo. E foi isso o que fizemos. Compramos o ULTIMATE PACKAGE para o Discovery Cove (o parque onde se pode nadar com os golfinhos) e no pacote, "ganhamos" os ingressos para o Sea World, Aquatica e Busch Gardens. Cada pacote de ingressos custou, salvo engano, 317 dólares. (Compramos com a Monique da Continente Turismo, aqui em Sete Lagoas, mas se você não morar aqui, ela também atende online. E não, isso não é um post patrocinado. É pq eu curto o trabalho delas mesmo!).
No próximo post eu falo mais sobre esses pacotes e tipos de ingresso, e vocês vão descobrir se vale mesmo a pena pagar mais de mil dilmas em "um" ingresso. Mas isso é assunto pra amanhã, ok? Fecha parêntese!)

Olha, o clima em Tampa estava pra lá de agradável. Era um dia quente, ensolarado, mas nada desesperador. A gente podia ir nas atrações molhadas tranquilamente, mas também não morria assado se tivesse que encarar uma fila debaixo do sol. Ainda assim, a primeira coisa que fizemos ao chegar lá foi comprar um protetor solar. Custou, salvo engano, 20 dólares. Era daquele tipo Spray, de uma marca que até então eu não conhecia, mas que depois fiquei bastante fã... Essa marca é amiga do meio ambiente, e a única permitida quando a gente vai fazer a interação com os golfinhos e peixes no Discovery Cove. Mas eu só saberia disso no outro dia...



Bem, devidamente protegidos do sol, fomos em busca de aventura! Como estávamos só marido, filha e eu, e ela tinha altura para poucas atrações que a gente queria ir no BG, usamos e abusamos do Child Swap.

O Child Swap, pra quem não sabe, é uma espécie de fura fila. O casal vai para a atração junto com a criança. Quando chega a vez na fila, um vai e o outro fica com a criança, esperando em um lugar separado. Assim que o primeiro volta da atração, o que ficou pra ir depois pode ir, sem precisar enfrentar a fila de novo. Em algumas atrações do BG, nós nem precisamos enfrentar a fila. Entramos pela saída e entregamos o papelzinho do CS pro funcionário que organizava a entrada do brinquedo. Muito legal, isso! Mas independente do Child Swap, o parque estava muito vazio! A gente quase não pegou fila nas atrações. No Falcon´s Fury, atração super badalada, recém inaugurada, pegamos 10 minutos. Raramente alguma atração passou disso. Outubro realmente é uma época muito boa nesse quesito, na maioria dos parques. Só o que atrapalha é que alguns deles fecham mais cedo por causa das festas de Halloween. Mas nem tudo nessa vida é perfeito, né?

Então, como eu ia dizendo, marido quis começar pelo que havia de mais radical na paróquia. A temida Sheikra. Gente, o que é aquilo? 


A bicha é brava, mas é brava de um tanto... eu quase amarelei! Começa assim mesmo do jeito que você tá vendo. Com todo mundo parado diante de queda negativa (de mais de 90 graus!!!!). Marido e eu falamos que, como ela foi a primeira, estragou a gente. Nada, depois dela, dava tanto frio na barriga durante toda a viagem!

Marido foi na frente. Eu fiquei com Juju esperando ele voltar branco que nem cera! Aí foi minha vez de enfrentar a danada. E quando eu já estava quase lá, ela fechou pra manutenção. Confesso que rolou um aliviozinho... voltei no fim do dia e encarei o desafio. Valeu a pena, e eu iria de novo.

Dali, fomos andando pra a área do Congo, lá no alto do parque, porque a gente queria ir na Kumba e no Congo Rapid Rivers. Na Kumba pegamos o Child Swap. Eu fui primeiro dessa vez. Muito, mas muito boa também!!!


O Congo Rapid Rivers foi a primeira atração da filhota na "Disney". Ela que quase não gosta de água, curtiu demais aquele molhaceiro todo. No fim do dia ela me convenceu e acabei indo com ela de novo. Olha só o nível do banho que a gente tomou!




"Molhô quaz nada!"

Deli a gente foi comer. Estávamos só com o café da manhã do avião no estômago. Paramos em uma lanchonete que ficava perto do Falcons Fury... A pequena quis experimentar a Cherry Coke. Acho que nem ela aguentou aquilo! O resto do cardápio foi batata frita e o tal do Corn Dog.  Uma espécie de cachorro quente no palito. Gostosinho. Meio doce, mas gostosinho. Comemos um frango frito também.


Depois do lanche meu marido teve estômago pra ir na Phoenix, aquele barco que vai balançando até parar de cabeça pra baixo. Como a pequena não podia ir, eu fiquei com ela no Carrossel enquanto isso.



Depois, fomos encarar a temida Falcon´s Fury! Ai, meu Deus!!! O que é aquilo?  É uma torre de centos e tantos metros de altura, na qual você sobe sentadinho. Só que chegando lá em cima, a cadeira vira, e você fica de cara pro chão. De repente, o trem despenca de uma vez, e no fim a gente volta à posição original. Olha a cara dele depois que a aventura acabou: "Vi, vivi, venci!"



Bem, eu queria falar sobre cada atração, sobre cada montanha russa bacana que a gente foi. Acho que no fim das contas só ficou faltando pra gente a Montu, que não fomos porque o parque já estava fechando quando saímos da Cheetah. Se eu pudesse voltar atrás, teria tentado a Montu ao invés da Gwazi, a famosa montanha russa de madeira, que é horrível! Meu Deus! Como aquilo balança! Saí de lá com dor de cabeça!, Parecia que meu cérebro tinha saído do lugar!

Não vimos muita coisa da parte dos animais do parque. Não fizemos o Safari, mas pudemos aproveitar os fedidos Flamingos e os feiosos Cangurus. O parque, ao contrário do que muita gente pensa, não é só para adultos. Tem muitas atrações que agradam em cheio a criançada, e a minha menina curtiu demais.

Vou postar mais algumas fotinhas, e depois que eu carregar os vídeos no Youtube, volto pra atualizar.












Bem, o nosso dia no BG acabou às 18h, quando o parque fechou para o público geral e ficou aberto somente pra quem ia participar da festa de Halloween. Como não era nosso caso, fomos delicadamente postos pra fora! É muito legal a organização do pessoal num evento assim. Eles começam a cercar o parque, e você acaba ficando mesmo sem lugar, sendo obrigado a ir embora.


O sol estava se pondo quando pegamos a estrada rumo a Orlando. Muita gente criticou a minha decisão de chegar e ir direto para o parque, dizendo que seria muito cansativo, especialmente pra Juju. Eu tinha certeza que a gente ia conseguir dormir durante a viagem, e não queríamos mesmo perder um dia "descansando". O macete foi organizar uma programação bem light, sem correria, daquelas pra "zerar" no dia seguinte. E foi o que fizemos. Mas isso é assunto pra outro post.

Besitos!





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