sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Diário de Viagem: Orlando :: 2º dia :: Discovery Cove

Sábado, 25 de outubro de 2014 - Depois de termos ido dormir relativamente tarde no dia anterior (quando chegamos do BG deixamos as malas no hotel e ainda fomos para a Best Buy comprar o Mc Air do marido e as capinhas para os celulares, e ao Walmart fazer umas comprinhas básicas pros primeiros dias...), acordamos bem cedo nesse sabadão lindo de sol.
A temperatura em Orlando estava em cerca de 27ºC, um calorzinho bem bom... Não tinha uma nuvem sequer no céu e era realmente um dia muito lindo!


Chegando no parque, logo cedo
Chegamos ao Discovery Cove, que era bem perto do nosso hotel, às 8h30. Enquanto o marido foi estacionar o carro, ficamos na recepção para fazer nosso check-in. Isso mesmo! O Discovery Cove é um parque tão diferenciado que você não chega simplesmente e vai entrando. Fomos recepcionados por uma funcionária extremamente simpática. Ela era descendente de brasileiros, mas não arranhava muito bem a língua. De toda forma, com muita gentileza, ela fez os nossos crachás e agendou o nado com os golfinhos.

Esse crachá era uma identificação que, futuramente, serviria também como ingresso para os demais parques do grupo Sea World. Ainda faríamos, nos dias seguintes, o próprio Sea World e o Aquatica.





INGRESSOS
Acho que agora é um bom momento para falar sobre  a modalidade de ingressos que escolhemos comprar. Fiz vários orçamentos e o lugar mais barato que encontrei o Ultimate Package foi na Continente Turismo, aqui em Sete Lagoas. O esquema desse pacote é o seguinte: você compra o ingresso para o Discovery Cove e ganha os ingressos para o Sea World e o Aquatica. Podíamos também escolher adicionar ou não o Busch Gardens por mais U$25, e foi isso que fizemos. Ao todo, pagamos U$317 por pessoa para irmos a quatro parques. Então, no fim das contas, cada parque saiu por  79 dólares. Na minha opinião, nada mal!
Aí vão algumas considerações sobre isso:
- Nossos ingressos incluíam o nado com golfinhos
- O nado está liberado para crianças com 6 anos ou mais. As que têm entre 6 e 12 anos precisam estar acompanhadas de um adulto pagante para fazer o nado.
- No Discovery Cove, só entram 1.300 pessoas por dia. Por isso, você nunca vai chegar lá e achar o parque abarrotado de gente, mas também não vai conseguir entrar sem reserva.
- A data da sua visita precisa ser reservada com antecedência (nós reservamos com cerca de 90 dias de antecedência).
- A estadia no Discovery Cove é no modelo All Inclusive. Isso quer dizer que todas as refeições que você fizer enquanto estiver no parque, estão incluídas no seu ingresso. Você simplesmente não vai achar nada para comprar lá dentro (exceto, claro, nas gift shops). 

Bem... dito isso, vamos ao nosso dia no estupendo Discovery Cove!
Assim que chegamos, antes mesmo de trocarmos de roupa, fomos para o Laguna Grill, onde o café da manhã já estava sendo servido. Comemos muito bem! Tinha uma variedade legal de sucos, frutas e pão. Também tinha iogurtes, granola, refrigerante, café, cookies, bolinhos... Uma variedade bem legal e, como eu disse, a refeição já estava incluída no ingresso.




Dali fomos nos trocar. Pegamos os trajes de mergulho, snorkel, toalhas e protetor solar (que também são cedidos pelo parque, incluídos no ingresso), nos trocamos e depois deixamos nas nossas coisas num dos lokers, cujo uso também é gratuito. Ficamos só com uma pequena mochila com a câmera fotográfica, celular e só! 
Nossa primeira parada foi a "Serenity Bay", uma praia deliciosa, com a água aquecida. O lugar é cercado por uma areia branca fininha, com espreguiçadeiras onde você nem vê o tempo passar. Deixamos nossas coisas na nossa cabaninha e fomos pra água. Marido estava excitadíssimo pra testar seu brinquedinho novo, a GoPro 4 Silver que estava nos esperando no hotel na noite anterior.
Não demoramos muito ali. Marido saiu pra dar uma explorada no parque e nos levou para o "The Grand Reef", um lago enorme, cheio de corais e recifes onde a gente podia nadar com arraias e peixes de todas as cores e tamanhos. O lugar é muito lindo, e foi ali que ficamos até a hora da nossa experiência com os golfinhos.
Algumas horas depois, decidimos fazer um lanchinho. No quiosque do Grand Reef tomamos cerveja, frozen, também havia sucos e refrigerantes, vinho e espumantes. Para comer havia salgadinhos, batata chips, e outras guloseimas. 
Juju ficou na água praticamente o dia todo. Incrível como ela adora nadar! Brincou de fazer castelinhos na areia, mergulhou sozinha, passou a mão nas arraias que, vira e mexe, vinham atrás da gente. Juntos, fizemos um mergulho muito legal até o outro lado do Grand Reef, onde há um tanque com tubarões. A gente consegue vê-los e ter a impressão de que estamos nadando bem perto deles, mas obviamente, os dois espaços são divididos por, baixo dágua, por um vidro, e por cima, por uma rede.










INTERAÇÃO COM OS GOLFINHOS

Às 14h nos apresentamos para o nado com os golfinhos, que acontece no Dolphin Lagoon, o único lago com água fria do parque. Primeiro, assistimos a uma mini-palestra, onde os treinadores nos falaram um pouco sobre os animais e deram instruções sobre como deveríamos nos comportar na água. Era preciso tirar brincos, aneis, colares e acessórios, e também não podíamos entrar na água com nenhum tipo de câmera ou filmadora. Isso, obviamente, porque havia um fotógrafo e um cinegrafista do parque registrando tudo para depois nos venderem as imagens a preço de ouro! Um ótimo negócio pra eles, já que ninguém vai lá, paga o nado e sai sem nenhuma memória, né?





Nós não compramos o DVD que, sozinho, custava U$50. Ficamos apenas com o pacote que vem com 4 fotos 15x21cm, 1 foto 10x15cm, 2 fotos 5x7cm, uma foto de brinde de 15x21 (que é tirada depois do check-in) e dois chaveiros com fotos. Paguei U$99 pelo pacote. Mas como eu disse, realmente não tinha como não pagar. 
A interação com os golfinhos foi uma das experiências mais lindas da minha vida. Renato e Juju também amaram! Fomos divididos em grupos e cada grupo tinha 3 famílias. Primeiro, veio pra gente o Capricorn. O danadinho tem 50 anos e já participou de muitos filmes e comerciais de TV. Ele é bem velhinho (a expectativa de vida de um golfinho é de 20 e poucos anos. Então ele realmente é um fenômeno!). 



Depois do fofo do Capricorn, veio o Hutch, que é mais jovem, tem cerca de 25 anos e é bem mais ativo! Foi com ele que a gente nadou. Eles são muito divertidos e faz inúmeras gracinhas pra gente morrer de rir. Ao todo, a interação durou cerca de 30 minutos, e foi uma linda experiência, que a gente recomenda fortemente a todo mundo que tiver a oportunidade.
Bem, depois de tantas emoções, hora de forrar a barriguinha. Voltamos para o Laguna Grill, onde o almoço era servido. Chegamos bem no fim do horário e, ainda assim, tinha muita comida! Peixe, carne, frango, massa, salada... pra todos os gostos. A comida é muito bem servida e bastante saborosa! Bebidas e sobremesa também estão incluídas no ingresso.

Depois do almoço, eu fui até o Guest Relations pegar as nossas fotos. Elas ficaram prontas na hora e eu voltei para encontrar Renato e Julia, que estavam no Freshwater Oasis, um outro lago de água quente onde também tem um aquário de observação, rio lento e umas cadeirinhas dentro d´água onde as pessoas tomavam cerveja e conversavam animadamente. Ficamos ali por algum tempo, tomamos umas cervejinhas também enquanto Juju continuava a explorar o lugar. 





O parque fechava às 17h. Quando já era quase isso, fomos tomar banho e nos arrumar para sair. Rolou uma filazinha no banheiro, mas nada desagradável. Lá já havia shampoo, condicionador e sabonete, além de toalhas limpas e quentinhas. Devolvemos as toalhas usados, as roupas e os aparelhos de mergulho e voltamos pro hotel totalmente relaxados e apaixonados por aquele lugar. 
Minutos depois, chegamos ao hotel e fomos esperar minha sogra, que estava vindo da casa do meu cunhado, no norte do país. Quando ela chegou, ainda encontramos pique pra passear e fazer umas comprinhas no Florida Mall. O shopping é gigante e lá tem mesmo muitas lojas com preços bons. Mas como nós ainda iríamos ao Outlet dois dias depois, eu não quis comprar muita coisa. Comprei um pijama pra mim na JC Penney, dois pares de Crocks pra pequena (que estavam com um preço excelente!!!) e só. 
Marido e eu jantamos no Five Guys e eu preciso confessar... diante de toda fama da rede de lanchonetes, que é conhecida por ter um dos melhores hamburgueres dos Estados Unidos, eu sinceramente me decepcionei muito. Foi um lanche caro, pesado e gorduroso. Não aprovamos de jeito nenhum!

Bem, esse foi o nosso segundo dia em Orlando. Voltamos pro hotel lá pelas onze da noite, e fomos dormir. No dia seguinte tínhamos hora no Bibbidi Bobbidi Boutique às 8h da manhã e precisávamos estar lá às 7h45. 

Pra terminar, eu queria deixar uma observação. Muita gente vai a Orlando e não vai ao Discovery Cove porque é caro e diz que não vale a pena o preço. Eu discordo fortemente! Foi uma das experiências mais lindas e revigorantes das nossas vidas. O parque é maravilhoso, de encher os olhos. Tem um atendimento realmente diferenciado, se comparado aos demais parques de Orlando. Além do mais, há que se considerar que, pelo preço do ingresso "caro" do DC, você também consegue visitar três outros parques do grupo, além ainda do fato de ele ser All Inclusive. Na nossa opinião, valeu cada centavo! 






terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Diário de Viagem: Orlando :: 1º dia :: Busch Gardens


Sexta-feira, 24 de outubro de 2014 - Como eu comecei a contar no post anterior, chegamos em Tampa e pegamos nosso carrão. Fomos direto pro Busch Gardens. Muita gente achou loucura a gente ir direto pro parque depois de uma viagem tão longa, mas nós conseguimos dormir bem no avião e estávamos relativamente descansados. Além do mais, dormir em dólar não dá! O "tempo ruge" e se a gente quisesse ver tudo que tinha planejado, não podia ter moleza não!

Depois de estacionar o carro, aquela tradicional fotinha do lugar onde ele está parado pra facilitar achá-lo no final...

Detalhe pra mamãe aqui tentando desembaraçar o mafuá que virou o cabelo de Juju depois do passeio de conversível! rsrsrs

Depois que a gente estaciona o carro, anda um tantinho pra pegar um trenzinho e, só depois, chegar à entrada do parque...


A tradicional fotinha com o leão, na entrada do Busch Gardens.



Pelo nosso planejamento, a gente chegaria ao Busch Gardens às 13h. Felizmente, como foi tudo bem mais rápido do que imaginávamos no aeroporto de Tampa, às 12h já estávamos entrando no parque. 

(Abre parêntese: Antes de começar a contar nossa aventura por lá, como muita gente tem dúvidas sobre os ingressos dos parques, eu queria explicar qual foi o tipo de ingresso que escolhemos. O Busch Gardens faz parte dos parques do Sea World. Não sabia? Pois é... nem eu! E eles tem um esquema super legal pra quem quer conhecer mais de um parque do grupo. E foi isso o que fizemos. Compramos o ULTIMATE PACKAGE para o Discovery Cove (o parque onde se pode nadar com os golfinhos) e no pacote, "ganhamos" os ingressos para o Sea World, Aquatica e Busch Gardens. Cada pacote de ingressos custou, salvo engano, 317 dólares. (Compramos com a Monique da Continente Turismo, aqui em Sete Lagoas, mas se você não morar aqui, ela também atende online. E não, isso não é um post patrocinado. É pq eu curto o trabalho delas mesmo!).
No próximo post eu falo mais sobre esses pacotes e tipos de ingresso, e vocês vão descobrir se vale mesmo a pena pagar mais de mil dilmas em "um" ingresso. Mas isso é assunto pra amanhã, ok? Fecha parêntese!)

Olha, o clima em Tampa estava pra lá de agradável. Era um dia quente, ensolarado, mas nada desesperador. A gente podia ir nas atrações molhadas tranquilamente, mas também não morria assado se tivesse que encarar uma fila debaixo do sol. Ainda assim, a primeira coisa que fizemos ao chegar lá foi comprar um protetor solar. Custou, salvo engano, 20 dólares. Era daquele tipo Spray, de uma marca que até então eu não conhecia, mas que depois fiquei bastante fã... Essa marca é amiga do meio ambiente, e a única permitida quando a gente vai fazer a interação com os golfinhos e peixes no Discovery Cove. Mas eu só saberia disso no outro dia...



Bem, devidamente protegidos do sol, fomos em busca de aventura! Como estávamos só marido, filha e eu, e ela tinha altura para poucas atrações que a gente queria ir no BG, usamos e abusamos do Child Swap.

O Child Swap, pra quem não sabe, é uma espécie de fura fila. O casal vai para a atração junto com a criança. Quando chega a vez na fila, um vai e o outro fica com a criança, esperando em um lugar separado. Assim que o primeiro volta da atração, o que ficou pra ir depois pode ir, sem precisar enfrentar a fila de novo. Em algumas atrações do BG, nós nem precisamos enfrentar a fila. Entramos pela saída e entregamos o papelzinho do CS pro funcionário que organizava a entrada do brinquedo. Muito legal, isso! Mas independente do Child Swap, o parque estava muito vazio! A gente quase não pegou fila nas atrações. No Falcon´s Fury, atração super badalada, recém inaugurada, pegamos 10 minutos. Raramente alguma atração passou disso. Outubro realmente é uma época muito boa nesse quesito, na maioria dos parques. Só o que atrapalha é que alguns deles fecham mais cedo por causa das festas de Halloween. Mas nem tudo nessa vida é perfeito, né?

Então, como eu ia dizendo, marido quis começar pelo que havia de mais radical na paróquia. A temida Sheikra. Gente, o que é aquilo? 


A bicha é brava, mas é brava de um tanto... eu quase amarelei! Começa assim mesmo do jeito que você tá vendo. Com todo mundo parado diante de queda negativa (de mais de 90 graus!!!!). Marido e eu falamos que, como ela foi a primeira, estragou a gente. Nada, depois dela, dava tanto frio na barriga durante toda a viagem!

Marido foi na frente. Eu fiquei com Juju esperando ele voltar branco que nem cera! Aí foi minha vez de enfrentar a danada. E quando eu já estava quase lá, ela fechou pra manutenção. Confesso que rolou um aliviozinho... voltei no fim do dia e encarei o desafio. Valeu a pena, e eu iria de novo.

Dali, fomos andando pra a área do Congo, lá no alto do parque, porque a gente queria ir na Kumba e no Congo Rapid Rivers. Na Kumba pegamos o Child Swap. Eu fui primeiro dessa vez. Muito, mas muito boa também!!!


O Congo Rapid Rivers foi a primeira atração da filhota na "Disney". Ela que quase não gosta de água, curtiu demais aquele molhaceiro todo. No fim do dia ela me convenceu e acabei indo com ela de novo. Olha só o nível do banho que a gente tomou!


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"Molhô quaz nada!"

Deli a gente foi comer. Estávamos só com o café da manhã do avião no estômago. Paramos em uma lanchonete que ficava perto do Falcons Fury... A pequena quis experimentar a Cherry Coke. Acho que nem ela aguentou aquilo! O resto do cardápio foi batata frita e o tal do Corn Dog.  Uma espécie de cachorro quente no palito. Gostosinho. Meio doce, mas gostosinho. Comemos um frango frito também.


Depois do lanche meu marido teve estômago pra ir na Phoenix, aquele barco que vai balançando até parar de cabeça pra baixo. Como a pequena não podia ir, eu fiquei com ela no Carrossel enquanto isso.



Depois, fomos encarar a temida Falcon´s Fury! Ai, meu Deus!!! O que é aquilo?  É uma torre de centos e tantos metros de altura, na qual você sobe sentadinho. Só que chegando lá em cima, a cadeira vira, e você fica de cara pro chão. De repente, o trem despenca de uma vez, e no fim a gente volta à posição original. Olha a cara dele depois que a aventura acabou: "Vi, vivi, venci!"



Bem, eu queria falar sobre cada atração, sobre cada montanha russa bacana que a gente foi. Acho que no fim das contas só ficou faltando pra gente a Montu, que não fomos porque o parque já estava fechando quando saímos da Cheetah. Se eu pudesse voltar atrás, teria tentado a Montu ao invés da Gwazi, a famosa montanha russa de madeira, que é horrível! Meu Deus! Como aquilo balança! Saí de lá com dor de cabeça!, Parecia que meu cérebro tinha saído do lugar!

Não vimos muita coisa da parte dos animais do parque. Não fizemos o Safari, mas pudemos aproveitar os fedidos Flamingos e os feiosos Cangurus. O parque, ao contrário do que muita gente pensa, não é só para adultos. Tem muitas atrações que agradam em cheio a criançada, e a minha menina curtiu demais.

Vou postar mais algumas fotinhas, e depois que eu carregar os vídeos no Youtube, volto pra atualizar.












Bem, o nosso dia no BG acabou às 18h, quando o parque fechou para o público geral e ficou aberto somente pra quem ia participar da festa de Halloween. Como não era nosso caso, fomos delicadamente postos pra fora! É muito legal a organização do pessoal num evento assim. Eles começam a cercar o parque, e você acaba ficando mesmo sem lugar, sendo obrigado a ir embora.


O sol estava se pondo quando pegamos a estrada rumo a Orlando. Muita gente criticou a minha decisão de chegar e ir direto para o parque, dizendo que seria muito cansativo, especialmente pra Juju. Eu tinha certeza que a gente ia conseguir dormir durante a viagem, e não queríamos mesmo perder um dia "descansando". O macete foi organizar uma programação bem light, sem correria, daquelas pra "zerar" no dia seguinte. E foi o que fizemos. Mas isso é assunto pra outro post.

Besitos!