domingo, 31 de agosto de 2014

Vamos viajar?

É... não tem jeito não!!! Lá vamos nós de novo nos mandar para a Terra do Tio Sam!!!

Não! Nova York, desta vez, está fora do nosso roteiro. Não por falta de amor! Mas por falta de tempo mesmo. 

Desta vez, embarcaremos para a Terra da Magia, Where Dreams Come True, para a casa do Mickey!

Na verdade eu já estou planejando essa viagem há mais de um ano. Mas como eu não tinha terminado de contar sobre NY, não quis misturar os assuntos. De agora em diante, vou trazer muitas dicas sobre planejamento de viagem para a Orlando para ajudar quem também não sabe por onde começar. 

Então, como a primeira dica para quem vai e também não se aguenta de ansiedade, um app pra iPhone que mostra a contagem regressiva. Instalei faltavam 140 dias e tô impressionada em como o tempo tá passando rápido! 


O nome do aplicativo é "Big Day Lite" e eu baixei gratuitamente. Você insere a data da sua viagem, pode colocar alertas e escolher a foto. Bacana, né???

Bem, o planejamento da viagem já está bem adiantado. Carros, Hotel, passagens, tickets para os parques, roteiro básico, seguro viagem... enfim! Agora falta pouca coisa. 

Estou organizando tudo em uma pasta onde coloco os vouchers e comprovantes que vou imprimindo. Tudo tudo tudo vai ganhar um post específico, e eu espero ajudar aqueles que não sabem por onde começar. 

Estamos indo marido, filha, sogra e eu. Não vejo a hora de começar a realizar esse sonho!!!!

Essa viagem, a princípio, seria um passeio para toda a família. Íamos visitar o cunhado que mora do estado de Wisconsin e, depois, descer para Orlando. A ideia original era viajarmos no Natal passado. Mas não conseguimos marcar as férias de todos para o mesmo período, então adiamos para janeiro do ano que vem. Com isso, nossa visita a meu cunhado também furou. A esposa dele está grávida, estará com um bebê de 3 meses e receber uma penca de gente em casa com uma criança tão pequena não deve ser muito legal. Então a viagem a WI vai esperar mais um pouquinho.

Começamos a pensar na viagem em fevereiro. Já estávamos procurando passagens com preços bons quando, em abril, eu fui demitida do meu emprego. E o que isso significa? Sem emprego, sem férias. A viagem subiu no telhado de novo. 

Felizmente, não fiquei desempregada nem por duas horas!!! Graças a Deus, meus novos patrões foram pra lá de bacanas e concordaram que eu fizesse a viagem mesmo sem ter direito a férias. Assim, decidimos adiantar e partirmos para uma viagem solo, fora de temporada, pra pegar parques mais vazios e gastar menos. Então marcamos para o fim de outubro.

Nossa ideia era passar o aniversário da filhota por lá, mas acabamos tendo que mudar isso também. Vamos sair de lá no dia que ela vai completar 7 anos. De novo, tudo bem, sem stress!!!
Bem, como nada acontece por acaso, ainda bem que não compramos as passagens pra viajar com a família toda em janeiro. Mês passado minha cunhada descobriu que está grávida e o bebê vai nascer justo na época que estávamos planjeando viajar.

Como minha sogra já estará em Wisconsin em outubro para conhecer o netinho que vai nascer por lá, ela animou e vai nos encontrar em Orlando. Tudo se encaixando como uma luva!!!!

Bem, aos poucos eu vou contando tudo. Estou super feliz, ansiosa e doida pra chegar logo lá!

Quem quiser nos acompanhar, seja mais que bem vindo!!!
Bjos!

A (turbulenta) volta

Enfiamos as últimas compras de qualquer jeito nas malas e partimos rumo ao JFK. Não gastamos muito tempo pra chegar lá. Aí teve uma coisa super interessante, que eu ainda não tinha visto. Quem embarca pela American Airlines no JFK pode contar com um concierge que vem até o carro, pega suas malas, despacha, e ainda faz seu check-in. 

Meu marido estava super ansioso sobre como levar o Baixo que tinha comprado lá (Ele comprou pela internet e pediu pra entregarem na casa do Rodrigo). Então esse senhor que nos atendeu disse que ele poderia trazer o instrumento na cabine, como bagagem de mão. E olha que estávamos com mochilas, malinha de mão, bolsa, etc... Ele voltou mais tranquilo por isso.

Como não tínhamos comido nada desde o café da manhã, paramos num Mc Donalds pra fazer um lanche quando já estávamos na área de embarque. Aproveitei pra comprar um cupcake pra cantar parabéns pro marido. Foi legal que um monte de gente que estava em volta também cantou com a gente. 

Quando faltavam uns 40 minutos para o embarque, fomos para perto do portão. Aí começou a peleja. O painel não mostrava, mas os burburinhos apontavam que nosso voo ia atrasar. Depois que já tinha passado mais de meia hora da hora do embarque uma funcionária da AA reuniu os pasageiros e disse que havia um problema com a aeronave, e que ia mesmo atrasar. Neste momento, ela distribuiu vouchers de alimentação (não lembro o valor, mas não era muita coisa não!) pra todos. Aproveitamos para comer, mas não eram muitas as opções ali. Compramos uma lasanha e um refrigerante.

Eu já estava nervosa, tentando falar com nossa amiga que é agente de viagens no Brasil sobre o atraso, porque como compramos as passagens do trecho BH>RJ>BH separadamente, mesmo o atraso sendo culpa da AA, teríamos que dar conta do preju. Não conseguimos porque já era tarde aqui no Brasil e porque, nem pagando, conseguimos acesso wi-fi no aeroporto. 

Enquanto todo mundo especulava que tipo de problema o avião tinha, uma passageira me disse que faz esse voo duas vezes por mês e que, vira e mexe, isso acontece. Às vezes o voo chega a ser cancelado. Quando ela disse isso Julia saiu pulando e gritando: "CANCELA! CANCELA! CANCELA!" Até criança sabe o que é bom, né? Não queria ir embora de jeito nenhum.

Meu marido olhou pelo vidro e viu um funcionário da manutenção dando marteladas em alguma coisa no painel do avião. Aquilo deu um medo! "EU É QUE NÃO ENTRO NESSA CARROÇA!", disse ele.

Depois de quatro longas horas, decidiram nos embarcar em outra aeronave. E para a nossa surpresa, era a mesma em que havíamos voado na ida. Como eu sei disso? Simplesmente porque sempre viajamos na ida e na volta na mesma poltrona (nesse caso, as 4 centrais da fileira 27). E quando eu abri a mesinha, lá estava o guardanapo com um desenho da minha filha que eu tinha esquecido cinco dias antes. Daí você tira como é o estado de manutenção e limpeza desses ônibus com asas que a AA chama de aeronaves.

A viagem de volta foi bem tranquila. O mesmo nível de atendimento e as mesmas opções de entretenimento (TVs coletivas) e alimentação da ida. Conseguimos dormir porque estávamos mesmo exaustos. Mas eu continuava preocupada com a facada que deveria tomar para comprar novas passagens pra BH.

Quando chegamos ao Rio, com quatro horas de atraso, obviamente nosso voo da GOL já tinha chegado em BH. Não passamos nem perto do freeshop e fomos, apreensivos, para a fila da Receita Federal. Estávamos cada um com um notebook, muitas roupas e ainda tinha o baixo do marido. Esperamos uma família que parecia estar de mudança, de tanta mala que carregava, pra entrarmos na fila atrás deles. Claro que eles foram abordados. Quando chegou a nossa vez, a única agente que estava lá olhou direto para o case do Baixo. Renato pagou 1500 dólares nele, mas ele é super vintage. Um Gibson original de 1964. Como tanto o instrumento como o case tinham aparência de velhos, ela se limitou a perguntar o que era, e se era usado. Ele respondeu e ela nos deixou passar. 

Saímos no desembarque e, enquanto tentávamos pensar no que fazer com relação ao voo que perdemos, demos de cara com o Juizado Especial. Falei com Renato que ia entrar lá na esperança de eles me orientarem sobre como responsabilizar a AA pelo voo que perdemos. Para nossa surpresa, saimos de lá com tudo resolvido! Tudo mesmo, e sem pagarmos um Real sequer.

O funcionário que nos atendeu falou que seria difícil responsabilizar a AA porque ela cumpriu o contratado, que era nos trazer de NY para o Rio. Eu ainda argumentei, que o horário previsto para chegada fazia parte do contrato. Ele me aconselhou a escrever para a companhia para tentar um acordo, e anexar comprovantes de tudo que havíamos gasto.

Quando já íamos saindo, ele me chamou e pediu o número do nosso localizador. Falou que faria uma tentativa. Ligou para o balcão da GOL e conversou com algum conhecido. Do outro lado da linha, a pessoa perguntou se importávamos de embarcar em Santos Dumont. Dissemos que não e ele, imediatamente, emitiu novos bilhetes para dali a duas horas. Seria a conta de sairmos correndo, chegarmos em SDU e embarcar. 

Descemos correndo e pegamos o ônibus do Fescão. Acho que pagamos 11,00 por pessoa. Chegamos em SDU com tempo de sobra e, graças a Deus, embarcamos sem mais nenhum contratempo. Como chegamos no balcão e explicamos toda nossa peleja na hora de despachar as bagagens (eu sempre faço isso... um draminha não faz mal a ninguém!), a atendente não nos cobrou nenhum excesso. E olha que, além do baixo, tínhamos 5 malas grandes e mais as de mão!!!!

Bem, daí pra frente não há mais o que comentar. A viagem foi linda, mágica, aproveitamos demais e, como sempre, já terminamos essa pensando na próxima.

Vai acompanhando aí! Logo tem novidade!!!!

Diário de bordo NY com a pequena: Dia 5 (e último)

Segunda-feira, 19 de agosto, ANIVERSÁRIO DO MARIDO!!!


Ah, mas esse foi um dia pra lá de gostoso! E eu já tinha ele todinho preparado na minha cabecinha!
De todas as atrações de NY que eu tinha planejado ver, ainda faltava uma que eu não queria deixar passar: O Belvedere Castle, no Central Park. Como da outra vez, não dedicamos tempo suficiente ao parque, que só vimos de passagem no outono passado. Desta vez, fomos a algumas partes, mas não adianta imaginar que você vai conseguir conhecê-lo todo em uma só viagem porque isso é impossível. Pelo menos foi pra nós, que também tínhamos muito pra ver.

Enfim... acordamos cedo e fomos tomar café da manhã num restaurante pertinho de casa, em Sheepshead Bay. Lugar delicioso, onde aproveitamos pra encher bem as pancinhas, porque certamente a gente não teria tempo pra comer de novo tão cedo. Então sabe aquele café da manhã bem americano, com ovos, panqueca, chocolate, bacon? Pois é! Minha balança deu um grito aqui do Brasil e eu ouvi lá... rs


Depois do café da manhã demos uma passadinha rápido no Queens, porque o Rodrigo tinha que resolver alguma coisa do carro dele que eu não me lembro o que era. O lugar é legal. Fiquei com as meninas numa lanchonete brasileira enquanto ele e Renato foram atrás dos tais papeis. Se a gente comeu coxinha e tomou guaraná? Não, bobage! Magina! 

Dali fomos direto pra Manhattan e deixamos o carro bem pertinho do Central Park. Rodrigo tinha tirado o dia de folga pra ficar por conta da gente (isso não é um luxo? Nossos amigos nos fizeram muito felizes por isso!) e nos levou até lá. Estacionamos bem "no rumo" do Castelo e saímos andando parque adentro. É realmente incrível a magnitude daquele lugar. Dá até pra se perder!!!

Depois de passarmos por paisagens lindas demais, chegamos ao castelo. Ele não é grande como eu imaginava, mas é muito bonito e de lá de cima se tem uma vista mais linda ainda.  

Fizemos tanta questão de conhecer o Belvedere Castle porque, enquanto preparávamos a pequena para a viagem, assistimos ao filme Smurfs. Quem viu sabe que o castelo é o cenário para a batalha final entre os pequenos seres azuis e o malvado Gargamel. 












Nossa impressão: a visita vale muito! Pena não termos tido mais tempo para visitar outros cenários do Central Park. Nas minhas duas idas a NY, não fiz tudo que queria por lá. Acho que vou ter que fazer um sacrifício de voltar só pra explorar melhor do Central Park.

Nosso tempo já estava acabando. Embarcaríamos às 20h30 e, às 17h30, já deveríamos estar no JFK. Mas ainda tínhamos muito a fazer. Eu precisava voltar às compras, e Rodrigo queria muito levar as meninas para Conney Island. Então nos dividimos. Enquanto eu gastava nossas últimas Obamas, os meninos e as meninas se divertiram à beça no parque. 

Eles foram para CI pedalando desde o Brooklyn. O passeio, segundo Renato, é muito legal. Juju tava meio emburradinha porque perdeu um pedaço do braço de uma boneca. Mas depois curtiu! 



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Aí, uma provinha da diversão da moçada:


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Enquanto isso, em Manhattan...
Eu me arrastava na Times Square carregando mais sacolas do que meus braços conseguiam. Passei pelas lojas da Disney, Polo, Toys´re us e Forever 21. Não consegui comprar tudo o que eu queria porque o tempo realmente estava muito corrido. Eu ainda precisava correr para Downtown Manhattan pra ir à Century 21. Lá, além de algumas roupitchas, comprei uma mala nova pra me ajudar a carregar tudo até a casa do Rodrigo. Eu já estava super atrasada e ninguém sabia me informar qual metrô eu deveria pegar pra ir dali direto para o Brooklyn. Acabei voltando até a estação da 34 pra poder pegar o trem Q pra casa.

Desci na estação de Sheepshead Bay mega atrasa, peguei um taxi e o maldito ainda errou o caminho. Sorte que eu tinha combinado o preço antes!!!! Quando entrei no apartamento já estava todo mundo pronto, e eu nem tive tempo de tomar um banho pra ir pro aeroporto. Foi sem banho mesmo!!! (shame on me!!!!)

... to be continued...



segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Diário de bordo NY com a pequena: Dia 4

Domingo, 18 de agosto: Nos nossos planos originais, iríamos começar o domingo assistindo ao Brooklyn Tabernacle Choir. Assistir a uma apresentação de um coral gospel era algo que a gente queria fazer desde nossa primeira visita, mas de novo, não conseguimos ir. Antes de viajar eu passei horas assistindo aos vídeos desse coral. Acho que a apresentação deve ser muito emocionante!


Acordamos muito mais tarde do que gostaríamos, mas depois do dia agitado que tivemos no sábado, a gente merecia umas horinhas a mais de sono. O dia amanheceu meio dubladinho, com jeito que ia chover. E como nós não tínhamos nenhum compromisso marcado para o domingão, nos deixamos levar sem relógio.

A primeira parada do dia foi na Century 21 do Brooklyn. A loja é tão grande quanto à que fomos no ano anterior em Downton e havia muita variedade de produtos. Mas com criança, não conseguimos nos organizar pra comprar tão bem quanto da outra vez. Além do mais, na nossa primeira viagem a NY, fomos nada mais nada menos que 4 vezes à C21. Não dava pra esperar muito aproveitamento de uma única visitinha mesmo não.

Ainda assim, fizemos a festa. Pegamos a loja abrindo e fomos dos primeiros a entrar. Antes de nos separarmos, marido e eu focamos nas compras pra pequena. E fizemos com que ela experimentasse tudo pra não acontecer de novo o que rolou da primeira vez quando compramos um jeans Levi´s lindo de viver pra ela e, de tão apertadinho, o bendito só foi usado duas vezes.

Esse pit-stop na C21 vale também pra eu dar uma dica de uma coisa que eu aprendi nessas duas viagens. Prestenção no conselho de amiga: SE VOCÊ PLANEJOU COMPRAR ALGUMA COISA, E ENCONTROU LOGO DE CARA, COMPRE!!! NÃO PENSE DUAS VEZES! Vê só o que rolou comigo: Meses antes da nossa primeira ida a NY eu vi, na vitrine da Calvin Klein do Patio Savassi aqui em BH uma jaqueta de couro linda-perfeita-maravilhosa-diva-tudodebom. Sabe "A" jaqueta? Pois é! Essa mesma! Viajei pensando na tal da jaqueta e, chegando lá, no primeiro dia, subindo as escadas da Macy´s, dei de cara com "A" jaqueta. Igualzinha à que eu vi aqui (exceto pelo preço, obviamente!). Eu queria ter visto a minha cara na hora que vi uma arara cheinha delas. Corri e catei logo duas (de tamanhos diferentes) pra experimentar. Vesti e ficou perfeita! Se não me engano, o preço dela lá era 140 dólares. Levo, não levo? Levo, não levo? Levo, não levo? E o marido me convenceu a procurar com mais calma, inclusive na C21, que tem fama de ter preços melhores que a Macy´s. Como a gente não estava na cidade há nem 12 horas ainda, com o coração do tamanho de uma ervilha, coloquei as jaquetas de volta no cabide. Nos dias que se passaram, virei a C21 de ponta-cabeça atrás da tal jaqueta. Nada! Nem parecida! Nem de outra marca, nem mais cara, nem mais barata! Simplesmente não havia jaquetas de couro pretas que me agradassem. Então voltei correndo à Macy´s e adivinha???? Tinha jaqueta? Tinha nem arara mais!!! Que óóóóóóóóóoóóóóódio que me deu!!! Voltei com água na boca!!!

Então, eis que 9 meses depois cá estou euzinha novamente adentrando às portas da felicidade na C21 e dou de cara com quem? Com quem??? "A" jaqueta! Gente, nem acreditei! Logo falei com meu marido: essa é minha e ninguém tasca! Ainda mais que era filha única de mãe solteira! Táva perdida no meio de uma arara de vestidos fresquinhos! Peguei a bichinha e enfiei no fundo do meu carrinho. Tava babando de alegria até que.... experimentei, e a bicha ficou enooooorme em mim! Eu emagreci 9 Kg desde que voltei de lá pela primeira vez e aquele, que ERA o meu número, simplesmente não me servia mais. Rodei, rodei, rodei a loja... escarafunchei arara por arara e NADA de outro exemplar. Quase trouxe ela grande mesmo, ainda mais que o preço havia despencado para (pasmem!!!) 69 dólares!!! Mas a razão falou mais alto e eu percebi que acabaria não usando. Moral da história: sifudi de verde e amarelo na terra do Tio Sam. Na próxima vez, compro sem medo de errar!

Depois de três míseras horas de compras, Rodrigo nos buscou e fomos direto pra Manhattan. (Fomos na C21 do Brooklin). Deixamos as compras no trabalho da Elena, esposa dele, e caímos na capoeira.

Começamos nosso passeio por uma visita bem demorada e divertida à Fao Schwarz. Deixamos as meninas bem à vontade pra ver tudo (sem colocarmos a mão no bolso!!! Porque a essa altura do campeonato, a grana táva começando a ficar curta!). E nos divertimos muito mesmo!!!













Pelo resto do dia passeamos por Manhattan sem compromisso e sem pressa. Fomos ainda à loja da Apple (que fica bem ao lado da FAO, bem em frente ao Central Park), descemos para a Times Square, onde visitamos também a loja da Disney. Eu não sei vocês, mas eu literalmente, viro criança naquele lugar. Sou capaz de ficar ali horas a fio, maravilhada com todas aquelas coisas lindas!

O resto do dia passou rápido demais. Tivemos, novamente, que ceder aos apelos das meninas por um almoço-meio-jantar no Mc Donalds, mas naquela altura do campeonato eu não táva mais me preocupando com isso. Dentro de 24 horas a gente já estaria voltando pra casa, então eu relaxei mesmo e fui curtir a cidade.

Passeamos pela Broadway até, novamente, chegarmos à Times Square. Depois, passamos rapidamente pelo Rockfeller Center. A temperatura havia caído bastante nesse dia. Chegou a chover um pouco, mas nada que atrapalhasse as nossas andanças. Como vocês viram nas fotos, precisamos comprar um moletom pra pequena, e mais uma vez, eu fiquei super arrependida por não ter trazido um pra mim. Esses dias tem feito um frio do cão por aqui, e eu não tenho sequer um moletonzinho pra chamar de meu. :-(

Pègamos o metrô pra voltar pra casa, no Brooklyn. Da estação, fomos caminhando até em casa, boquiabertos com a movimentação da noite na vizinhança de Sheepshead Bay. Muitos bares na avenida que margeia o canal, todos lotados, alguns com música ao vivo. Mas a gente tava cansado demais praquilo tudo. Fomos pra cama cedo, pra tentar aproveitar ao máximo nosso último dia na Big Apple.